Barbados: A viagem que você ainda não sabe que vai fazer!

Quando eu cito o nome Barbados numa roda de amigos ou de familiares, muitas vezes o que encontro é um olhar cauteloso. Não por medo ou trauma, mas sim por desconhecimento. Também, não seria nada estranho imaginar que essa pequena ilha de 34 km de comprimento, e 284 mil habitantes, não inspire comoção similar à Disney, Miami, Londres ou Paris, destinos esses tão queridos pelos turistas brasileiros.

barbados

Mas e se você soubesse que Barbados tem sol o ano inteiro, há mais de 50 anos não é atingido por um furacão ou coisa similar, possui um dos povos mais educados e simpáticos que já conheci nas minhas viagens, tem ótima infraestrutura e é o 16o sistema político mais transparente do mundo (o segundo das Américas, perdendo apenas para o Canadá)? Não foi o suficiente?

Ok… junte a tudo isso diversas lojas duty free, um vôo direto da Gol (no qual você pode resgatar suas milhas a partir de 15 mil milhas o trecho, como eu!), e uma das culinárias mais vibrantes e cosmopolitas do Caribe. Melhorou?

Barbados é um daqueles lugares que te fascina logo de cara, seja pelo Aeroporto impecável de Bridgetown, ou pelos taxis-van dirigidos no lado errado da rua (sim, estamos num país que faz parte da Commonwealth britânica). O ar absurdamente úmido e o barulho quase que onipresente do “whistling frog” (um sapinho que canta noite afora fazendo inveja pra qualquer cigarra ou grilo que você já tenha ouvido por ai) não deixam dúvidas: estamos no Caribe!!!

Esse país de esmagadora maioria negra, no qual, pasmem, os primeiros escravos trazidos eram brancos, soube como nenhum outro integrar a cosmopolita culinária inglesa aos vibrantes ingredientes caribenhos, como o peixe voador, o limao bajan e a pimenta caiena. Aqui é comum, e faz muito sentido, tomar um Gin Tônica seguido de um Rum Punch (mistura de rum, sucos e especiarias servida em todos os botecos da ilha). Não à toa, Barbados ostenta, com muito orgulho, o título de país que inventou o Rum. Aliás, a fábrica mais antiga do país (e do mundo!), a Mount Gay, utiliza, sem nenhuma falsa modéstia, a seguinte frase: o Rum que inventou o Rum.

Da mesma forma, não assustará nenhum bajan (termo pelo qual os barbadianos se identificam) se você resolver comer o seu peixe fresquinho com as boas e velhas batatas fritas!

O mais importante, bebendo ou comendo, é que Barbados se tornou um lugar no qual cada prato e copo traz consigo a alegria caribenha aliada ao perfeccionismo britânico, tirando de cada um desses dois mundos tão distintos o seu melhor! É dessa cultura tão ímpar que pretendo falar nos meus primeiros posts, e espero que curtam as histórias e experiências que tenho para compartilhar com vocês!

Você já conhece o nosso e-Commerce? Caso não conheça, acesse agora! O Que Cozinha traz utensílios que você sempre quis para sua cozinha. Perfeitos para uma Gastronomia Criativa. Confira todos clicando aqui.

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